Preconceito aos pretendentes em relação à cor da criança na hora de adotar cai ano em ano no Brasil

Preconceito aos pretendentes em relação à cor da criança na hora de adotar cai ano em ano no Brasil

arthur, de 7 anos, diz que sua coloração é “bala” e que sua mãe, Leide, é “castanho”. Já Laura, de 12, aprendeu na academia que o mundo e as indivíduos são coloridas, dessa maneira como ela, afrodescendente, e os pais Carla e Wagner, brancos.

Eles são filhos de um grupo cada vez maior de pais adotivos que não fazem comedimento à coloração da criança no hora de acarar a ala do Arquivo Nacional de Aceitar. Hoje, aproximadamente meio (46,6%) dos pretendentes inscritos no arquivo é afastado à coloração das crianças ou adolescentes. Ou seja, dizem abraçar filhos de qualquer casta. Há cinco anos, eram 31,8%. “Coloração de pele é coloração de pele.

Possui um mais branquinho, um mais moleque, um mais amarelinho. Nós de modo algum achamos que isto fosse uma coisa que tivesse valia, que tivesse um peso. Se você está em procura de um filho, em que vai afetar a coloração da pele da criança?”, diz a corretora de imóveis Carla Pujol, de 49 anos. Leide Frade, de 39 anos, analisador de recursos humanos, pensa aproximado.

Ela similarmente não tirou nenhuma comedimento quanto à coloração no hora de se candidatar a mãe. “De modo algum passou pela minha cabeça colocar a casta. Até visto que a maior parte das crianças que está para aceitar é afrodescendente, por isso você já encontra-se pensando que vai vir um abominável. E acabou apresentando uma criança branco com uma mãe afrodescendente.” Para Paulo Sérgio Pereira, administrador da Associação Nacional dos Categorias de Ajuda à Aceitar (Angaad), a oscilação de entendimento dos pretendentes se explica em ótima parte pelo trabalho realizado pelos categorias de ajuda. “Os adotantes estão sendo bem aconselhados, trabalhados pelos categorias de ajuda à aceitar, e passam a ter um conhecimento mais evidente. A informação passa a ter um papel rico no que diz respeito à concepção do modelo de filho esperado.”

Aceitar inter-racial Para Leide, que acreditava na maior autenticidade de ser mãe de uma criança afrodescendente, o feito de o filho ser branco de modo algum lhe trouxe nenhuma confusão em correlação à maternidade. “No momento em que eu vi o Arthur pela primeira vez, eu falei dessa maneira: ‘É meu’”, diz Leide. Ela conta que, no inclusive dia em que ela e o ex-marido, Eduardo, foram conhecer o filho no aba, já sentiram que aquela era a decisão pela certa. “Na momento em que eu cheguei, eu falei: ‘Não vou deixar meu filho aqui de modo nenhum, vou provocar ele ainda que’. A acompanhador civil ligou para a juíza e, nesse inclusive dia, eu levei o Arthur para casa.” Com Laura, a situação não foi bastante distinto.

De acordo com Carla, fazia somente um ano que ela e o companheiro tinham entrado com o pedido de aceitar no momento em que souberam que havia um caso de 3 irmãos do interior de São Paulo que estavam disponíveis para serem adotados. Cada um ganhou uma família, com a única ambição de os pais manterem os irmãos em contato. “A gente saiu para almoçar, nós e o outro casal com a freira dela. Na momento de ir ainda que, eu aparecia super receosa. ‘E agora, essa criança acabou de me conhecer, será que vai abandonar a freira?’ (…) Ela entrou no automóvel, sentou na cadeirinha e falou para a freira dela: ‘Adeus, te vejo em São Paulo’. Por isso foi bastante legal visto que a gente tinha abatido de ser conhecer.” Lápis de coloração Leide conta que o filho foi descobrindo as diferenças da coloração de pele aos poucos. “Antes, ele me desenhava igualzinha a ele. Uma vez ele me questionou o lápis coloração de pele.

Ele perguntou: ‘Mãe, qual é a coloração da pele?’. E eu falei: ‘Depende, qual é a sua pele?’. Aí ele ficou rindo, não respondeu, e ele inclusive pegou o lápis castanho e me desenhou”, conta. “Ele trata a diferença de uma maneira tranquila. É minha mãe, ela possui uma coloração de pele distinto da minha e encerrou”, diz Leide. É com essa mesma amenidade que Carla e Wagner afirmam alimentar o apresentação com Laura.

“Como para a gente constantemente foi bastante natural, a gente de modo algum teve nenhuma conversa especialmente sobre coloração de pele. A gente orientava, no momento em que ela era jovem, para nos montar se tivesse qualquer forma de tratamento anormal, qualquer anotação anormal, especialmente na academia.”

Ela diz que percebia mais os olhares das indivíduos nos primeiros anos da aceitar. “Estávamos em um restaurante, eu, afastada, e ela brincando no parquinho, com o Wagner olhando. Uma senhora sentou do lado dele e falou: ‘É sua?’. Ele falou: ‘É minha’. ‘É de obra?’. ‘É, ela é adotada’. ‘E ela é carinhosa?’. ‘É, ela é’.

No momento em que ele me contou, eu fiquei incomodada. É de obra? É carinhosa? Não, ela late, morde”, conta. Leide similarmente diz que as indivíduos duvidam que ela é a mãe de Arthur. De acordo com ela, desconhecidos a abordam em centro comercial, mercado e no transporte público para demandar se ele é seu filho. Em uma situação, teve que mostrar os documentos para atestar sua maternidade. “Fui barrada em um parquinho em que uma atendente falou que apenas poderia entrar a mãe. E eu falei: ‘Porém eu sou a mãe’. Ela aparecia olhando apenas para a coloração de pele, não aparecia acreditando bastante. Em seguida, a gente mostrou o arquivo, eles ficaram sem agradecimento, e a gente acabou entrando.” Embora das situações de preconceito, as duas afirmam analisar com confiança as adoções inter-raciais.

“Passou pela acesso, somos uma família, não há agraciamento nenhuma. A gente prepara para que ele saiba se abiscoitar lá fora e não acite qualquer forma de preconceito”, diz Leide. Crianças negras e diferenças regionais No que diz respeito à abacaxi racial, o essencial dificuldade da aceitar no Brasil também se refere às crianças e aos adolescentes negros. Isto visto que 92,2% dos pretendentes dizem abraçar uma criança branco, ante 51,9% que se mostram abertos a uma criança afrodescendente. E nos dias de hoje há 1.403 crianças negras aptas à aceitar nos abrigos – o que representa aproximadamente 1/5 do completo. Porém essa existência está mudando. Dados tabulados por Paulo Sérgio Pereira com base nos registros do Sugestão Nacional de Justiça mostram que houve um crescimento médio de 32% na preferência por crianças e adolescentes negros em cinco anos no país. Em 2012, o percentagem de pretendentes que aceitavam uma criança afrodescendente era bem menor: 35,7%. “É uma explicação animadora.

O brasileiro passa a supervisionar melhor a criança ou adolescente que está acertado hoje a ser empregado”, diz. Embora da queda no preconceito, também há discrepâncias regionais. No Norte, por adágio, 67% dos pretendentes dizem abraçar uma criança afrodescendente. O percentagem cai para 44,6% no Sul – índice que já foi bastante menor: 29,4%, em 2012. Dados do CNJ mostram também que neste ano somente 10% das crianças e dos adolescentes adotados eram negros. “Há uma abacaxi artístico, porém aos poucos isto vem sendo abatido. Os números eram mais restritivos, embora de também serem baixa.

Nos estados do Sul, há um grande acidental de indivíduos branco, de origem europeia, que também traz um conservadorismo muito arraigado. É natural”, afirma Pereira. O profissional em aceitar diz que não acha que essa comedimento à coloração também decorra do feito de os pais quererem permitir a impressão de que os filhos são biológicos. “Essa informação de modo algum precisa ser omitida. A indicação nos categorias é para que a correlação adotiva seja iniciada de maneira sadio, estável, que seja pautada pela verdade. (…) Anos atrás, no momento em que não havia uma disposição obrigatória para o aspirante, como agora determina a arbítrio, era distinto. Hoje, há 180 categorias de ajuda à aceitar no país. A agremiação brasileira possui se demonstrado preparada para essa trajeto da aceitar.”

Família colorida Pereira é ele próprio um adágio de aceitar inter-racial. Ele é abominável, filho adotivo de pais brancos e 8 de seus 11 filhos são adotados, sendo um branco. “Na casa de 60 essa abacaxi era mais que um afronta, era um agitação civil. Porém meus pais tinham a ideal e foram procurando todo e qualquer forma de acareamento. E isto acontece à criança a segurança de ter uma postura em correlação a uma afastamento que possa acontecer”, afirma.

De acordo com ele, os categorias trabalham muito com isto ao longo a disposição dos pretendentes. “Há toda uma indicação de como aguentar com a inter-racialidade, com o histórico que a criança traz. Porém possui que ser a correlação mais natural possível”, afirma Pereira. “Já no pós-adoção, é necessário um trabalho mais particularizado, visto que é no momento em que vai acontecer um acareamento nas relações sociais. Não apenas na família, porém nos bens no qual a criança vai se alistar, na academia, no agremiação, por adágio.

Vai ser uma família distinto, colorida? Vai, porém o amarra afeiçoado que vai sendo construído é que fará a blindagem dessa criança em oposição a qualquer forma de preconceito. Com os pais tendo a ideal dessa correlação, as crianças vão entender trabalhar as situações de preconceito em sua caminho.”

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